Diabetes, distúrbios adrenais e tireoidianos, distúrbios do cálcio e novas terapias evoluem a cada congresso. Protocolos consolidados há poucos anos já convivem com novas classes de fármacos, novos alvos de dosagem hormonal e evidências apresentadas neste ano.
Sem acompanhar o que há de mais recente, o raciocínio diagnóstico e as escolhas terapêuticas ficam para trás, e quem paga é o paciente.