O clínico geral de pequenos animais
Na rotina
O mesmo paciente traz os dois problemas e chega primeiro em você.
O que você leva
Uma visão integrada para reconhecer essas conexões, direcionar a investigação e tomar decisões terapêuticas mais seguras.


Conexões na clínica de cães e gatos
O hormônio regula o intestino. A endocrinopatia pode aparecer primeiro como sinal digestivo. E o mesmo corticoide que controla a enteropatia pode descompensar o metabolismo. Oito aulas para compreender essas conexões e tomar decisões clínicas mais seguras.
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Grandes especialistas reunidos no mesmo dia.

Vômito, diarreia, constipação, perda de peso, alteração de apetite. O mesmo quadro que abre uma investigação gastroenterológica pode ser a primeira manifestação de hipoadrenocorticismo, diabetes mellitus, hipercortisolismo ou doença da tireoide.
E há o caminho inverso: sinais digestivos também podem surgir após o início do tratamento de uma endocrinopatia, como ocorre no hipocortisolismo em pacientes tratados para hipercortisolismo.
Reconhecer essa interação é essencial para direcionar a investigação e conduzir o paciente de forma integrada.
O curso aborda os mecanismos envolvidos, as manifestações clínicas, os desafios diagnósticos e as decisões terapêuticas necessárias para uma condução mais completa e individualizada.
A programação foi organizada em uma linha de raciocínio integrada, que parte da fisiologia, passa pelo reconhecimento das manifestações clínicas e chega aos desafios diagnósticos e terapêuticos da rotina.
Motilidade, esvaziamento gástrico, secreção digestiva, absorção, apetite, saciedade e balanço energético. Gastrina, secretina, colecistocinina, motilina, somatostatina, grelina, leptina, insulina, glucagon, GIP, GLP-1, GLP-2 e peptídeo YY. O sistema nervoso entérico e o eixo cérebro-intestino fechando a alça.
Como reconhecer o quadro digestivo que é, na verdade, manifestação hormonal. Quais padrões clínicos e laboratoriais indicam a necessidade de investigação hormonal. O que muda quando o intestino e a glândula adoecem juntos: hipercortisolismo, diabetes, obesidade e dislipidemias.
O corticoide que controla a enteropatia crônica gera resistência insulínica, hiperglicemia e risco de diabetes. Menor dose eficaz, redução, administração intermitente, imunomoduladores alternativos. E o monitoramento que precisa correr nos dois sistemas ao mesmo tempo.
Oito palestras de uma hora, das 8h às 18h. Abra cada uma para ver o objetivo e o conteúdo.

Apresentar as bases fisiológicas da integração entre os sistemas endócrino, metabólico e digestório, permitindo compreender como os hormônios participam do funcionamento normal do trato gastrointestinal.
Conteúdo esperado
Capacitar o gastroenterologista a reconhecer situações nas quais os sinais digestivos podem ser manifestação de uma endocrinopatia ou consequência de seu tratamento.
Conteúdo esperado
Apresentar os conhecimentos atuais sobre o papel da microbiota intestinal na regulação metabólica e imunológica, destacando suas possíveis relações com as principais endocrinopatias de cães e gatos.
Conteúdo esperado
Diferenciar os mecanismos de vacuolização hepatocelular e orientar a investigação e o manejo da hepatopatia vacuolar associada às endocrinopatias caninas.
Conteúdo esperado
Discutir o diagnóstico e a individualização do tratamento da enteropatia inflamatória crônica em cães com endocrinopatias, buscando controlar a doença intestinal sem agravar o distúrbio hormonal ou metabólico.
Conteúdo esperado
Discutir a investigação e o tratamento das enteropatias crônicas felinas, com atenção ao risco de hiperglicemia e diabetes associado à corticoterapia prolongada.
Conteúdo esperado
Discutir a frequência da lama e da mucocele biliar em cães, suas possíveis relações com endocrinopatias e distúrbios metabólicos e como a metabolômica pode contribuir para a compreensão da fisiopatologia da doença biliar.
Conteúdo esperado
Discutir como diferenciar as alterações hepáticas secundárias às endocrinopatias de uma hepatopatia primária concomitante, destacando os desafios diagnósticos e terapêuticos nesses pacientes.
Conteúdo esperadoSete profissionais reunidos para compartilhar conhecimento e experiência nas áreas de Endocrinologia, Fisiologia, Gastroenterologia, Medicina Felina e Nutrição. Abra cada card para conhecer o currículo completo.
Com ampla experiência clínica, acadêmica e científica em Endocrinologia Veterinária, Márcia Jericó e Viviani De Marco desenvolveram uma programação integrada, conectando Endocrinologia e Gastroenterologia aos desafios da prática clínica de cães e gatos.
Oito aulas em sequência no dia 23 de outubro.
Espaço de perguntas e networking com os palestrantes e com os outros participantes.
Acesso a todas as aulas depois do evento, para rever o que ficou para trás.
Emitido pela MV Minds ao final do curso.
Na rotina
O mesmo paciente traz os dois problemas e chega primeiro em você.
O que você leva
Uma visão integrada para reconhecer essas conexões, direcionar a investigação e tomar decisões terapêuticas mais seguras.
Na rotina
Você investiga o vômito crônico, a diarreia que não responde à dieta, a perda de peso. E às vezes a origem é endócrina.
O que você leva
Os padrões clínicos e laboratoriais que apontam para a endocrinopatia.
Na rotina
Você controla o hipercortisolismo, ajusta a insulina, acompanha a tireoide. E o paciente continua com sinal digestivo.
O que você leva
Como separar o que é manifestação da endocrinopatia do que é enteropatia concomitante.
Na rotina
O gato com enteropatia crônica: doença inflamatória intestinal ou linfoma intestinal de pequenas células? E como conduzir a corticoterapia prolongada diante do risco de alterações glicêmicas e diabetes mellitus?
O que você leva
Estratégias para diagnosticar e tratar a enteropatia crônica felina, com atenção ao risco de alterações glicêmicas durante o tratamento.
Todas as categorias incluem o mesmo: acesso completo ao evento, espaço de networking, três meses de acesso à gravação e certificado de 10 horas.
R$ 350
Garantir minha vagaR$ 400
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Apoio institucional

Endócrino e gastro se encontram no mesmo paciente, e é assim que o dia foi montado: oito aulas ao vivo com quem pesquisa os dois lados, sob coordenação científica de Márcia Jericó e Viviani De Marco. Você volta para o consultório sabendo quando o caso digestivo pede investigação hormonal.